Os sinais de AVC em cachorros possibilitam que medidas sejam tomadas imediatamente, visando cuidar dos nossos peludos e evitar o pior.
O Acidente Vascular Cerebral ocorre quando os vasos que levam o sangue ao cérebro entopem ou se rompem, provocando uma paralisia no local onde o fato aconteceu.
Apesar de uma condição rara nos cães, essa situação acontece e pode levá-los a óbito.
Portanto, é uma situação emergencial que exige providências imediatas quando existem suspeitas sobre isso, sendo diagnosticada a partir de exames solicitados por médicos veterinários.
Neste post, apresentaremos detalhes de como identificar alguns sinais de alerta com relação a AVC em cachorros. Continue a leitura e conheça mais sobre esse assunto!
O AVC em cachorros
Trata-se de uma doença bastante comum entre os seres humanos. Conforme a Sociedade Brasileira de AVC (SBAVC), no ano de 2024 ocorreram 85.065 óbitos.
Não existem números oficiais com relação aos cães, porém, apesar da pouca incidência, ela é considerada emergencial, por isso providências precisam ser tomadas o mais rápido possível a partir dos sinais que podem indicar o AVC em cachorros.
Entende-se que existem dois tipos dessa doença.
A isquemia ocorre quando um coágulo (trombótico ou não) obstrui o fluxo de sangue, provocando uma necrose isquêmica na área afetada.
O outro tipo é o AVC hemorrágico, provocado pela ruptura do vaso sanguíneo do crânio.
O que causa o AVC em cachorros?
A aterosclerose, uma doença que surge a partir dos cães que sofrem de hipotiroidismo, diabetes mellitus, hiperadrenocorticismo ou hipercolesterolemia hereditária, pode contribuir para ocorrer um AVC.
Essa realidade também pode acontecer em cães que têm hipertensão, ou seja, problemas renais crônicos ou hiperadrenocorticismo.
Podendo ser causado também por doenças subjacentes, tais como:
- coágulo secundário, que pode surgir após uma cirurgia,
- neoplasia primária,
- doença de von Willebrand,
- endocardite,
- infecções,
- coágulo de parasitas,
- plaquetopenia.
Cães com as condições mencionadas exigem supervisão mais atenta dos tutores, dada a real possibilidade de desenvolverem esse problema de saúde.
Sinais de que o seu.dog precisa de ajuda
Assim como ocorre no ser humano, o AVC em cachorros pode levar o cão a óbito ou pode também deixar sequelas para o resto de sua vida.
Portanto, é importante estar atento a essa situação, especialmente se o seu.dog se enquadrar nas doenças citadas acima.
Independente disso, é importante observar o comportamento e ações que o peludo possa tomar, como, por exemplo:
- paralisia de um membro ou de um dos lados do corpo,
- disfunção vestibular,
- tontura,
- convulsões,
- febre,
- andar em círculos,
- hipertermia,
- dificuldade em manter a postura do corpo,
- movimentos rápidos e desordenados da cabeça e dos olhos.
Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, menores serão os danos cerebrais e, consequentemente, menores as chances de sequelas.
Nesse contexto, a prevenção é a melhor abordagem. É crucial tratar quaisquer doenças subjacentes assim que forem identificadas.
Além disso, a atividade física frequente e a alimentação adequada também colaboram para evitar o AVC em cachorros.
Por fim, é importante manter os check-ups veterinários em dia, garantir a vacinação completa e realizar o controle periódico de parasitas, que são fatores importantes na prevenção desse problema.
Agora que você conhece detalhes a esse respeito, vale a pena ler também nosso post que apresenta as doenças e tratamentos no combate a fungos em cães!


